Vivemos em constante desassossego
num universo onde o efémero é constante
e as certezas não existem
nem hoje
nem amanhã
nem doravante
Somos um ensaio de incertezas
uma mística de fantasia
um palco de ilusões
O desassossego vive em nós
como um ciclone devastador
destruindo os nossos sonhos
as nossas certezas
neste universo constante
de frustrações.
Mário Margaride
23-10-2026

Que não se abra espaço para o desassossego em nós entrar e gostar de morar,rs...
ResponderEliminarLinda poesia!
abraços praianos,chica
Witaj Mario.
ResponderEliminarBardzo podoba mi się Twój wiersz. Wszechświat niepokoju i frustracji to jedyna stała naszego istnienia, ale mimo wszystko i tak warto żyć!
Pozdrawiam serdecznie i życzę Ci dobrego weekendu. 🍂🍁
Poema que reflete a nossa fragilidade perante a impermanência do mundo, sublinhando que o desassossego e a falta de certezas são inerentes à condição humana.
ResponderEliminarHistoricamente, esta angústia existencial não é nova. Fernando Pessoa foi profundamente invadido por este mesmo desassossego, transformando a sua própria tempestade interna e a incapacidade de encontrar certezas no motor da sua escrita, em particular através do seu heterónimo Bernardo Soares no Livro do Desassossego.