Choram as rosas
lágrimas de amor
espinhos que sangram
perfume sem fim
nos rios jorram
cristais e rubis
no silêncio das águas
as flores de lis
Abrem-se as nuvens
rasgando o silêncio
com gestos contínuos
de contra corrente
o sol que aquece
as nuvens cinzentas
no horizonte emerge...
a esperança presente.
Mário Margaride

Inspiração muito linda,Mário! Poesia doce e maravilhosa! abraços, ótimo fds! chica
ResponderEliminarO poeta usa contrastes fortes — como o rubi (sangue | dor) e o cristal (pureza | água) — para transformar o sofrimento em algo precioso. A transição das "nuvens cinzentas" para o "sol que emerge" traz um encerramento clássico de redenção, onde a esperança não é apenas um desejo, mas uma força activa que rompe o silêncio.
ResponderEliminarVotos de bom fim de semana, com tudo de bom.