TODOS OS TEXTOS AQUI POSTADOS TÊM DIREITOS DE AUTOR. É EXPRESSAMENTE PROIBIDO COPIAR OU COLAR QUALQUER TEXTO AQUI EXPOSTO SEM O CONSENTIMENTO DO AUTOR.

sábado, 11 de abril de 2026

RIOS DE ESPERANÇA

  

Choram as rosas

lágrimas de amor

espinhos que sangram

perfume sem fim

nos rios jorram

cristais e rubis

no silêncio das águas

as flores de lis

 

Abrem-se as nuvens

rasgando o silêncio

com gestos contínuos

de contra corrente

o sol que aquece

as nuvens cinzentas

no horizonte emerge...

a esperança presente.

 

Mário Margaride



 

2 comentários:

  1. Inspiração muito linda,Mário! Poesia doce e maravilhosa! abraços, ótimo fds! chica

    ResponderEliminar
  2. O poeta usa contrastes fortes — como o rubi (sangue | dor) e o cristal (pureza | água) — para transformar o sofrimento em algo precioso. A transição das "nuvens cinzentas" para o "sol que emerge" traz um encerramento clássico de redenção, onde a esperança não é apenas um desejo, mas uma força activa que rompe o silêncio.

    Votos de bom fim de semana, com tudo de bom.

    ResponderEliminar