Há um rumor dentro do peito
que nunca aprende a calar
é feito de perguntas sem dono
de vontades que se negam a ficar
Queremos ficar, mas fugimos
queremos fugir, mas tememos sair
amamos a luz da certeza
mas é no escuro que insistimos existir
Cada passo carrega dois pesos
o medo do erro, o tédio do certo
Construímos abrigos de ideias
mas dentro de nós
os achamos estreitos demais
Somos feitos de “quase”
de promessas que tremem no ar
o que somos agora nos cansa
o que seremos nos faz hesitar
E assim, entre o sim e o talvez
vivemos em constante colisão
uma alma puxada por opostos
aprendendo a respirar na contradição.
Mário Margaride
15-01-2026

Entre o sim o talvez e os QUASES vivemos nossos dias...Que saibamos sempre bem escolher! abraços, lindo fds! chica
ResponderEliminarMuito obrigado, amiga chica, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
Boa noite Mário ! E quase sempre assim caminhamos , entre dúvidas e certezas , contradições . Uma constante encruzilhada que muitas vezes nos obriga a fazer uma pausa para uma melhor decisão . Abraços .
ResponderEliminarhttps://kantinhodaedite.blogspot.com
Muito obrigado, amiga Edite, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
Profundo poema. Te deseo un buen fin de semana. Te mando un beso.
ResponderEliminarMuito obrigado, amiga Alex, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
Una poesia che ascolta l’inquietudine umana senza giudicarla, restituendo con lucidità la tensione continua tra desiderio e paura, luce e ombra.
ResponderEliminarBuon sabato
Muito obrigado, amiga Silvia, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
O poema revela a inquietude própria que habita em todo o ser humano.
ResponderEliminarBom fim de semana.
Juvenal Nunes
Muito obrigado, amigo Juvenal, pela leitura e gentil comentário.
EliminarAbraço e boa semana!
Queremos quedarnos, pero huimos
ResponderEliminarQueremos huir, pero tememos irnos
Nos encanta la luz de la seguridad
Pero es en la oscuridad donde insistimos en existir....¡qué bien lo has explicado en cuatro estrofas!
Un abrazo desde la nevada Segovia, ciudad de cuento.
Muito obrigado, amiga Marisa, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
Intenso y hermoso poema.
ResponderEliminarUn abrazo.
Te deseo un feliz fin de semana.
Muito obrigado, amiga Amalia, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
Eventos contraditórios estão presentes em quase todos os momentos da vida.
ResponderEliminarNova tirinha publicada. 😺
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Grato, caro Garfield Tirinhas, pelo comentário.
EliminarAbraço e boa semana!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarPoema sobre a dualidade interior, o conflito entre desejo e medo.
ResponderEliminarExplora incerteza, querer ficar vs. fugir; certeza vs. dúvida.
Metáforas de peso, abrigo estreito e “quase” sugerem limitações pessoais.
Tema central: construção de identidade em diálogo com contradições.
Olá, amiga Teresa.
EliminarMuito obrigado, pela leitura e gentil comentário.
Beijinhos e boa semana!
Mario, hermoso y profundo poema, entre el si, el casi o tal vez pasa la vida.
ResponderEliminarEs una delicia leerte.
Que pases un feliz fin de semana.
Besos Mario
Muito obrigado, amiga Matilde, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
A contradição é parte inerente do ser humano.
ResponderEliminarQuerido amigo, te abraço com carinho, tudo de bom !
Muito obrigado, amiga São, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos carinhosos, e boa semana!
Dudamos entre lo que está bien y lo que no lo está. ¿Hacemos o no lo hacemos? A veces, -no siempre-, entramos en contradicciones. Primero digo que voy y después digo no, no voy nada.
ResponderEliminarEs que los acontecimientos diarios nos hacen dudar.
Lo leí sin necesidad del traductor. Fue todo un logro.
Abrazo enorme.
Besos
https://cupoleno.com/el-viento-se-divierte/
Muito obrigado, amiga Malania, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
As contradições fazem parte do ser humano.
ResponderEliminarGostei do poema, e excelente.
Boa semana.
Um abraço.
Muito obrigado, amigo Jaime, pela leitura e gentil comentário.
EliminarAbraço e boa semana!
Tem toda a razão, vivemos entre o sim e o talvez.
ResponderEliminarBrilhante poema.
Beijinhos
Muito obrigado, amiga Maria, pela leitura e gentil comentário.
EliminarBeijinhos e boa semana!
Boa noite Mário,
ResponderEliminarUm poema magnífico!
O mundo, a sociedade em geral vive num meio termo, que penso não nos edificar, momeadamente no que respeita a decisões políticas.
Beijinhos,
Emília