Olhamos as sombras que vestem o acaso
onde o sol permanece frio
nas dunas cinzentas do esquecimento
As areias ferem os pés cansados
das caminhadas intermináveis
na praia do desespero e da indignação
Onde a areia falta
e as pedras se instalam como tapetes rolantes
no chão despido de claridade
nas sombras que vestem o acaso.
Mário Margaride
26-08-2025
Muy lindo e profundo poema, adoro, te deseo una linda semana.
ResponderEliminarMe gusto el poema . Te deseo una buena semana.
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