Choram as rosas
lágrimas de amor
espinhos que sangram
perfume sem fim
nos rios jorram
cristais e rubis
no silêncio das águas
as flores de lis
Abrem-se as nuvens
rasgando o silêncio
com gestos contínuos
de contra corrente
o sol que aquece
as nuvens cinzentas
no horizonte emerge...
a esperança presente.
Mário Margaride




